Galeria

SESC ARSENAL | CUIABA

DIA 1

Fundamentos: Introdução a oficina, introdução a fotografia, uso da fotografia em documentários e narrativas multimídias

Faz calor em Cuiabá e o espaço do Sesc aqui, além de muito bonito, tem um núcleo completamente equipado para o desenvolvimento do audiovisual. Cameras, tripés, equipamento de luz e uma pequena sala de exibição onde o filme final desenvolvido com os participantes vai ser exibido.

Nesse primeiro dia começamos com um pequeno filme sobre os estudos dos movimentos em animais e seres humanos do fotógrafo britânico Eadweard Muybridge, referência semimal para início do cinema.

Assitimos também a um filme da animadora espanhola Isabel Herguera como uma introdução da animação de desenhos para o nosso documentário.

E por último, assistimos a alguns resultados de oficinas do coletivo brasileiro de fotografia Garapa introduzindo o tema do uso da fotografia nos processos documentais em vídeo. mUYBRIDGE ISABELHERGUERA GARAPA

Depois foi a hora e a vez de sairmos para o começo do nosso mapeamento afetivo do Sesc Arsenal e arredores, começando obviamente pelo próprio Sesc e suas dependências. Nessa primeira saída só fazemos fotografias livres que são editadas por eles mesmos para uso posterior no filme sem saberem quem foi que tirou.

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Dia 1

É o dia de trabalhar a fotografia como elemento do filme.

Assistimos alguns exemplos de uso da fotografia em curtas principalmente da artista chilena Isabel Herrera e também do coletivo Garapa.

Gravamos em primeiro lugar suas impressões sobre o que era um Museu e em seguida sobre o que seria um Museu de Arte.

Saímos a campo para fotografar o Museu em dois grupos: um fotografando o interior do museu e o outro o lado de fora e arredores.

No mesmo dia, trabalhamos a edição das imagens observando foto por foto e selecionando o que poderia entrar em nosso filme.

 

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Imagens feitas pelos alunos no primeiro dia de oficina.

Imagens feitas pelos alunos no primeiro dia de oficina.

Dia 5

Com o filme praticamente pronto foi o dia de gravar uma conversa com os alunos sobre a participação e a motivação no curso, o que mais gostou de fazer, onde se enxerga dentro da produção de um filme, etc.

A apresentação do filme foi feita para todo o Educativo do MAM e também para alguns pais e avós presentes. O curta foi muito bem recebido por todos que participaram direta ou indiretamente na produção.